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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

CARNAVAL

O Carnaval considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo, ocorre durante o período conhecido como Tempo da Septuagésima (ou pré-quaresma), isto é, antes da estação litúrgica da Quaresma.

A origem do carnaval começou na antiguidade, na Mesopotâmia, Grécia e Roma.

Atualmente, mesmo não sendo uma festa inventada e/ou exclusiva do Brasil e ser realizada em outros países, esta festa é parte da Cultura Nacional Brasileira.

A cidade do Recife, Capital do Nordeste, é destaque no ciclo carnavalesco brasileiro. Mas, esta honra é dividida com sua vizinha, a cidade de Olinda.

As ruas das duas cidade se transformam em passarelas. O rei momo é o povo e o seu cortejo são os diversos blocos e clubes de Frevo e de Bonecos, Blocos Líricos, Tribos de Índio, Caboclinhos, Escolas de Samba, Afoxés, Ursos, Bois de Carnaval e maracatus de Baque Solto e Virado. Ao ritmo da música levam cor, brilho, muita alegria e descontração por onde passam.

Quem não faz parte dos blocos ou clubes, não fica fora da brincadeira, é só engrossar o final do cortejo e seguir no ritmo marcado. Transformando o carnaval na maior festa popular do país.

Abaixo uma bela música carnavalesca do compositor pernambucano, Jota Michiles, interpretação de Maria Betânia.

RECIFE MANHÃ DE SOL (J. Michiles)
Interpretação: Maria Betânia
"Vejo o Recife prateado
À luz da lua que surgiu
Há um poema aos namorados
No céu e nas águas dos rios
Um seresteiro, um violão
Anunciando o amanhecer
Um sino ao longe a badalar
Recife inteiro vai render
Ave Maria ao pé do altar
Bumba-meu-boi, Maracatu
Recife dos meus carnavais
Não vejo mais sinhá mocinha
Á luz de um lampião de gás
És primavera dos amores
Do horizonte és arrebol
Vai madrugada serena
Traz delirante poema
Recife manhã de sol"


Aos meus amigos, visitantes e familiares, eu desejo de coração um CARNAVAL repleto de muita paz, harmonia, saúde, segurança, tranquilidade, descontração e bênçãos! 

Brinquem com responsabilidade e sapiência.

Bebam com moderação e evitem lugares desertos e escuros. Procurem sair em grupo.


Vamos aproveitar a festa com consciência, respeito e muita alegria. Afinal no ano que vem a festa repete mais uma vez.

Para quem se animar:  

                        BOM CARNAVAL!!!!!
Um abraço carinhoso a todos vocês. Obrigada pela visita.
                   Teresa Cintra


terça-feira, 30 de janeiro de 2018

BATATAS GRATINADAS NO FORNO

Acompanhamento ou prato principal para quem não come carne.
A batata gratinada é bem fácil de fazer e requer poucos ingredientes.
Ideal para acompanhar carne vermelha, aves, peixes e diversos tipos de saladas.
INGREDIENTES:
  • 3 a 4 batatas grandes
  • 150 g de cream cheese
  • 50 ml de creme de leite
  • queijo parmesão ralado grosso a gosto
  • sal e pimenta do reino a gosto
  • orégano desidratado a gosto
  • margarina ou óleo o suficiente para untar o refratário
MODO DE PREPARO:
  1. Descasque e corte as batatas em rodelas com aproximadamente 1 cm de largura. Dica: eu preferi cortas as batatas ao longitudinal. Mas, você pode cortar transversalmente se preferir.
  2. Em uma panela com água, coloque as batatas. Leve ao fogo alto e, quando levantar fervura, diminua o fogo. Cozinhe até ficar macia, mas firme. Mais ou menos 8 minutos. Dica: A batata vai para o forno em outra etapa, onde irá terminar o seu cozimento.
  3. Pré-aqueça o forno a 180ºC.
  4. Misture o cream cheese com o creme de leite. Coloque o creme de leite aos poucos até que a consistência do cream cheese fique macia sem ficar muito fluida.
  5. Tempere a mistura a gosto. Se quiser misture um pouco de queijo parmesão ralado. Reserve.
  6. Unte um refratário pequeno com óleo.
  7. Coloque uma camada de batatas no fundo do refratário, dispostas uma ao lado da outra.
  8. Cubra cada rodela de batata com a mistura do cream cheese.
  9. Repita o modo de preparo nº 7 e 8 até terminar toda a batata e a mistura do creme cheese.
  10. Polvilhe com orégano desidratado a gosto. 
  11. Leve ao forno pré-aquecido até gratinar.
  12. Retire do forne e sirva ainda quente. 
Este é um acompanhamento bem versátil que combina com várias composições de prato. Abaixo servido com carne de sol caseira com queijo coalho assado e salada (alface, cenoura, tomate e azeitonas) 
Outra maneira de apresentação do prato é fazer a mistura do cream cheese  e espalhá-la sobre cada camada de batatas e depois cobrir com uma mistura de queijo mussarela e parmesão ralados. Finalizar levando ao forno para gratinar.

Não deixem de fazer, experimentar e compartilhar. 😋😋😋
Beijocas e até a próxima postagem!!! 😚💋💋
BOM APETITE!!!
Obrigada pela visita. Um abraço carinhoso a todos.
                   Teresa Cintra  

Se quiser ver a receita para a carne de sol caseira clik AQUI.



domingo, 21 de janeiro de 2018

COIMBRA - PORTUGAL

CIDADE DOS ESTUDANTES E DOS POETAS, DOS FADOS E DOS ENAMORADOS

Continuando nossa viagem em Portugal, ...
Depois de Porto, em um carro alugado da Europcar ainda no Brasil, começamos a descer até Lisboa. 🚗
No caminho paramos em várias cidades. A primeira foi Coimbra, cidade que sempre quis conhecer.
Portugal; Europa; viagem Portugal; Conhecendo a Europa; viajando sem guia;
Eu acho que já disse que não gosto de dirigir, principalmente em cidades e países que não conheço. Rodovia, nem no meu país. Mas, adivinhem quem dirigiu de Porto até Lisboa, parando e circulando em cada cidade? É, fui eu. Meu marido antes de viajar esqueceu a carteira de motorista no Brasil. Sobrou para quem? Euzinha. E lá fui eu, tentando não me estressar.
Felizmente, as estradas de Portugal são conservadas, largas e bem sinalizadas. Ah, como eu queria que as do Brasil fossem assim.
Coimbra fica a 122 Km de distância de Porto. Uma viagem relativamente rápida e tranquila. Estresse ZERO!
Enfim, chegamos em Coimbra. 
Nossa primeira providência foi localizar o Hotel Vitória que reservamos, pela internet, para uma única noite. Um hotel simples, agradável e acolhedor, localizado na rua da Sota, Baixa Coimbra. Da janela do quarto a vista, voltada para a colina, revela um pouco da cidade, deixando transparecer o peso de sua história.
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A cidade foi construída em uma colina às margens do rio Mondego. Do hotel não tínhamos vista para o rio, apenas para a colina. 
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É possível ver toda a força e importância histórica desta cidade, observando suas construções que sobrevivem heroicamente ao tempo.
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Resolvemos que a melhor maneira de conhecer a cidade em tão pouco tempo, seria a pé. 👣👣👣👣Ufa, amei a ideia. Nada de dirigir nesta cidade de ruas e ladeiras estreitas e labirínticas. Com o carro devidamente estacionado na garagem e munidos de um mapa, lá fomos nós, desbravar a cidade que é considerada a morada dos poetas, dos estudantes, do fado e dos apaixonados.
Caminhando, a partir do nosso Hotel, pela Rua da Sota, chegamos ao Largo da Portagem, na Baixa Coimbra.
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Lá paramos para algumas fotos e uma cerveja bem geladinha acompanhada por um pastel de bacalhau e um rissóis (no Brasil, conhecido como risole) de leitão. No calor do final da primavera é muito importante manter a hidratação. Pagamos no total de 6,70 €.
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A Baixa é um centro comercial com ruas, becos e praças. Muitas ruas são estreitas e formam verdadeiros labirintos, outras foram transformadas em calçadões destinados ao comercio local numa tentativa de revitalizar a Baixa. Esta é uma área que carrega um passado não apenas de comércio e passagem, mas também de tumulto e confusão. Na minha opinião trata-se de uma área simpática e com ares nostálgicos que merece ser reformulada e estimulada a recuperar seu papel de destaque na cidade. Se você não for comprar nada, vale caminhar e ver os calçamentos de pedras portuguesas que mudam o desenho a cada rua.
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Rua Ferreira Borges, Baixa Coimbra
⇰ Aqui deixo a dica de usar um sapato confortável de salto baixo. O calçamento das ruas é todo em pedras e, como a cidade fica em uma colina, tem muitas subidas e descidas.
Do Largo da Portagem, seguimos pela rua Ferreira Borges, até o Largo da Almedina, onde pegamos a rua Quebra-Costas. À primeira vista, o nome parece estranho para uma rua, Quebra-Costas. Até que você descobre que a rua é uma subida constante que leva à Sé Velha. Uma subida bem acidentada que, supostamente, foi suavizada com escadas medievais e alguns patamares largos que formam pátios. Erroneamente, você pensa se tratar do final da rua. Puro engano. A rua continua subindo com mais e mais degraus. Mas, no meio do caminho, algumas paradas em lojinhas locais podem aliviar as costas e ajudar a recuperar o fôlego. kkkkkkkkkkkk. 
Sugiro uma pausa para uma foto ao lado da Tricana de Coimbra do mestre Alves André. Esta escultura emblemática representa a mulher coimbrã. Aproveite e recupere o fôlego. Tem mais degraus pela frente, sempre subindo. Vai chegar um momento de descer, mas, como diz o ditado, tudo que sobe, desce. E descer é sempre mais fácil. Ainda bem.
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Ao final da rua Quebra-Costas, chegamos ao largo da Sé Velha ou Catedral de Santa Maria de Coimbra, a Igreja Mãe. Do século XII (1184), é uma das construções mais importantes de Portugal. Localizada no meio do caminho da Baixa para a Universidade, seu estilo arquitetônico é classificado como Romântico. Entretanto, o Claustro é considerado Gótico e, o Portal Lateral, Renascentista. A catedral estava aberta para visitação. Fotos no interior da igreja são permitidas apenas sem o flash. Tirei poucas fotos. O interior era pouco iluminado e as fotos não ficaram muito nítidas. Externamente, a catedral lembra uma pequena e austera fortaleza com altas muralhas ameadas. Ameias são as aberturas a pequenos intervalos, no parapeito das muralhas de um castelo ou fortaleza, por onde os defensores miravam o inimigo.
Um local para uma merecida pausa e um pouco de sombra. Um misto de descanso com aprendizado e alguns clicks fotográficos. Preço: 2 € por pessoa, um total de 4 €.
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Continuamos nossa subida pela encosta, rumo à Universidade de Coimbra. Parece que falta pouco. A bem da verdade, parecia perto lá de baixo, quando ainda estávamos na Baixa. "Eita, subidinha marrenta, sou mais teimosa do que tu".
OBA!!! Já podemos ver os fundos do prédio da Biblioteca Joanina. Estamos bem pertinho da Universidade.
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Agora falta bem pouquinho, é só subir a Escada de Minerva e estaremos na parte mais alta da colina. A Construção das Escadas de Minerva (deusa romana do Saber) ocorreu em 1725.  Sua última restauração foi no ano de 2011.
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Escadas de Minerva. Acesso pela encosta para a Universidade de Coimbra
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Escadas de Minerva com a lateral da Biblioteca Joanina, ao fundo
Enfim, você chega ao topo de Coimbra, na região denominada Alta Coimbra. De lá a vista da cidade e do rio Mondego é de tirar o fôlego, ou o que sobrou dele. Espetacular.
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É na Alta Coimbra que fica o Paço da Universidade de Coimbra, denominado Paço das Escolas. É só virar e você o encontra, no lado oposto à vista da cidade e do rio, bem no alto da colina. Imponente e majestoso, com vários séculos de história.
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A Universidade de Coimbra, que é a maior atração turística de Coimbra, é também a Universidade de Portugal mais antiga e, em pleno funcionamento. Declarada pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade (2013).
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Antes de se tornar Universidade este conjunto de prédios históricos formava a cidadela de Coimbra. Na época era denominado como Paço da Alcáçova (construído em 1131). Foi o primeiro Paço Real de Portugal, onde nasceram a maioria dos reis da primeira dinastia, a Dinastia de Borgonha, também chamada Afonsina.
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Foi D. João III"O Piedoso", que tendo uma forte formação humanística, incentivou a cultura e a transformação do antigo Palácio Real em Universidade em 1537.
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Abaixo, a foto do pátio externo da Universidade com a estátua de D. João III, tendo ao fundo o rio Mondego e a Ponte Rainha Santa Isabel.
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Impossível estar em um local com tanta história e saber e não registrar nossa presença, mesmo que seja uma pequena recordação em forma de foto.
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Ao lado da Biblioteca Joanina, fica a Capela de São Miguel. As entradas dos dois prédios estavam tomadas por vários universitários e turistas. Ao que tudo indica, os estudantes estavam se agrupando para uma fotografia de turma.
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O traje acadêmico da Universidade consiste em capa e batina pretas, que os alunos usam com muito orgulho mesmo no calor de 38°C. Este traje não é obrigatório no dia-a-dia, apenas nas cerimônias e eventos agendados.
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Os prédios do Paço das Escolas formam um grande U, tendo ao meio a Torre do Relógio, o antigo Palácio Real (a Sala das Armas, a Sala Amarela, a Sala Azul, a Sala dos Capelos, a Sala do Exame Privado), a Via Latina e a Faculdade de Direito.
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A Torre do Relógio, com aproximadamente 34 metros de altura, teve sua construção iniciada em 1728, sendo terminada apenas em 1733. Além do relógio, a torre possui três sinos. O sino maior, na nascente é chamado de Balão (1561). Voltado para o poente, está o sino denominado de cabra, refundido em 1900. No Norte, o sino, o cabrão (1824). Por conta dos nomes dos sinos, a Torre do Relógio é chamada carinhosamente de "A Cabra" pelos alunos.
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Subindo a escadaria ao lado da Torre do Relógio, percorremos um corredor externo até chegar ao acesso para três salas interligadas: A Sala de Armas, a Sala Amarela e a Sala Azul.
Sala das Armas ou Sala dos Archeiros: Nas paredes um friso de azulejos de 1773, com cenas inspiradas em estampas holandesas. Estes azulejos são da Fábrica do Rato, em Lisboa. O teto do século XIX, tem ao centro as armas reais portuguesas. A sala é decorada com vários quadros a óleo.
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O conjunto de armas (alabardas) da Guarda Real dos Archeiros não são apenas decorativas. Elas são usadas, pelos archeiros (guardas) atuais, em várias cerimônias acadêmicas solenes.
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A Sala Amarela, em sequência a dos Archeiros, tem as paredes forradas de seda amarela numa menção à Faculdade de Medicina. Os retratos são dos reitores da Universidade. O teto e lustre da sala merecem uma atenção especial pela sua graça, harmonia e beleza.
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Por trás das cortinas amarelas você encontra o acesso à última sala desta ala, a Sala Azul. Como a cortina estava fechada, não adentramos nesta sala.
Saindo das salas conjugadas, chegamos na sala mais importante da Universidade, a Sala dos Capelos, ou Sala Grande dos Atos. Antiga Sala do Rei, atualmente, é onde são realizadas as cerimônias acadêmicas solenes. Na parte inferior das paredes observa-se um rico trabalho de azulejos em policromia, originário de Lisboa. Na parte superior das paredes, quadros dos antigos reis de Portugal, desde D. Afonso Henriques a João IV.
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Vejam os detalhes dos painéis do teto ricamente pintados. Mais um teto a ser observado e admirado com atenção.
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Continuando o passeio até a Sala do Exame Privado - A sala onde se realizava o exame privado (que antecedia o doutoramento), expõe retratos de vários reitores da Universidade. O lambril de azulejos azuis e brancos, são do século XVIII.
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No teto desta sala as insígnias das Faculdades estão dispostas ao redor do Brasão de Armas da Casa Real Portuguesa.
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Após subir um lance de alguns degraus, tem-se acesso a uma estreita varanda, com uma vista panorâmica magnífica da cidade e do Rio Mondego. O lugar é estreito e não cabe muitas pessoas por vez. Tenha um pouco de paciência e você terá acesso a um lindo espetáculo. Registre ao máximo o que puder. Foi o que eu fiz.
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Sé Velha vista do alto da varanda
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Via Latina é a elegante colunata (colunas enfileiradas simetricamente para adornar um edifício) que é um destaque à parte. É uma galeria, com uma escadaria central monumental e três arcos muito altos sobre o qual fica um frontão triangular com o Escudo Nacional Português. Na parte superior do vértice do frontão observa-se uma estátua, simbolizando a sapiência, e duas tochas, uma de cada lado da estátua.
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A Faculdade de Direito tem a forma de um claustro. Fomos autorizados a circular pelos corredores, mas orientados a não entrar nas salas de aula e guardar silêncio para não prejudicar a rotina acadêmica.
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Próximo à escadaria da Faculdade de Direito fica a Porta Férrea, entrada oficial para o conjunto de edifícios do Paço das Escolas. Foi por esta porta que saímos do Paço das Escolas.
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Os preços para visitação dos prédios do paço das escolas são bem variados conforme o interesse de cada um. Verifique antes o que melhor te agrada.
Com oito faculdades (Letras, Direito, Medicina, Ciências e Tecnologia, Farmácia, Economia, Psicologia e Ciências da Educação, Ciências do Desporto e Educação Física) e cerca de 25 mil alunos, a Universidade de Coimbra, não coexiste apenas nos prédios históricos. Ao longo dos anos, novos prédios foram sendo agregados à Universidade.
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No prédio grande, na foto abaixo, fica o Centro de Estudos Sociais, na praça D. Dinis.

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As esculturas gigantescas em formado de bolas da década de 50 do século XX, marcam o ponto mais alto da Escada Monumental que liga o Largo D. Dinis à praça da República. Estas esculturas, em par, são conhecidas como "bolas de D. Dinis". Provavelmente, um apelido carinhoso de algum estudante.
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Abaixo, o Parque de Estacionamento do Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra, que aparece a direita na foto (apenas uma das paredes do prédio). O prédio à esquerda é o Colégio de São Bento, onde funciona o Departamento de Botânica da Universidade de Coimbra. A rua curva na descida próxima da mata é a Rua do Arco da Traição.
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Depois da escadaria que subimos para chegar à Alta Coimbra, declinei de descer os 125 degraus seguimos pela Calçada Martim de Freitas acompanhado o aqueduto São Sebastião. O aqueduto é responsável por levar água até a Alta Coimbra, tendo sido construído a partir de 1568, sobre antigos arcos romanos. 
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Pelos arcos do aqueduto podemos ver o prédio do Colégio São Bento.
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Próximo do Colégio São Bento, fica o Jardim Botânico de Coimbra com nada menos do que 13,5 hectares de área. Projeto inicial do Marques de Pombal, teve suas obras iniciadas em 1772. Não resistimos e entramos.
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Um excelente espaço para passear, admirar, relaxar e tirar lindas fotos.
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     Quadrado Central/ Fontanário
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Muito bem cuidado, o Jardim Botânico tem grande diversidade de árvores e plantas que oferecem sombras e frescor. Ideal para um passeio zen.
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Uma grande estufa, com a estrutura arquitetônica concluída, aguarda a inauguração prevista para maio de 2018. O prédio em si é belíssimo e imenso. Vejam nas fotos abaixo.
Jardim Botânico; Portugal; Europa; viagem Portugal; Conhecendo a Europa; viajando sem guia;
Estufa Grande (em renovação)
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A única observação negativa é com relação a falta de acessibilidade para quem tem problemas de locomoção. Vi muitas escadas, mas nenhuma rampa.
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Dica: O acesso ao Jardim Botânico é gratuito, mas se preferir um passeio guiado é pago e tem que agendar. Não sei o preço e nem onde adquiri-lo. Os jardins abrem todos os dias com exceção dos dias 24, 25 e 31 de dezembro; 01 de janeiro; dia da festa das latas e das queimas das fitas. Abertura sempre às nove horas. O horário de fechar varia conforme a estação do ano. Os visitantes têm acesso apenas aos jardins. A mata no entorno tem acesso restrito.
Saindo do Jardim Botânico, continuamos descendo para chegar na Baixa Coimbra. No caminho a vista mereceu nossa atenção.
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E, no final da rua, algo se destacava, o Passaporte - Lounge Terrace.
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Pelo que entendi o prédio pertencia ao Governo Civil Português. Atualmente, funciona um Hostel e um Bistrô Bar. O espaço é muito lindo com uma vista espetacular.
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A ambientação é primorosa e aconchegante, pelo menos nas áreas que tivemos acesso.
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A vista do terraço dá para o Rio Mondego e para a ponte de Santa Clara.
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Os preços são um pouco inflacionados, mas vale parar e apreciar a vista enquanto degusta um bom vinho português, um geladíssimo Chopp ou cerveja. Requer um consumo mínimo de 5 € por pessoa. Meu marido preferiu uma cerveja. Já eu, optei por uma taça de vinho branco (100 Hectares). No final pagamos 9 €. Um euro abaixo do consumo mínimo. Acho que a exigência é para evitar invasão de turistas que desejam apenas fotografar a vista do terraço, sem consumir nada. 
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Mas o lugar é ótimo para descansar, bater um bom papo sem pressa, enquanto aproveita a linda vista e degusta sua bebida. Esqueça o tempo por alguns minutos e relaxe.
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Refrescados e com energias renovadas, retornamos ao nosso tour por Coimbra.
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Atravessamos a ponte de Santa Clara e caminhamos até o Convento de São Francisco do outro lado do rio Mondego. Este antigo convento franciscano do século XVII, já foi um pouco de tudo: convento, hospital, quartel, fábrica de massas alimentícias, fábrica têxtil e Câmara Municipal. Atualmente, passou a ser utilizado como Centro de Convenções, onde são realizados congressos, eventos corporativos, peças teatrais, concertos e exposições.
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Gente, vejam que coisa mais curiosa estas ruínas na foto abaixo. Parece que estavam escavando para alguma obra (não descobri qual) e depararam com estruturas antigas. Não sei o que irá acontecer. O mais provável é virar uma nova atração turística.
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Portugal dos Pequenitos, parque temático em forma de minicidade com reprodução dos monumentos mais importantes de Portugal. A ideia é sensibilizar e ensinar as crianças sobre a arquitetura e história do Império Português. Não entramos por motivos óbvios, nossas crianças, já adultas, não vieram nesta viagem. Para quem está viajando com crianças e tem tempo disponível pode ser uma boa dica.
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As ruínas do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha (século XII), mostra o que o tempo pode fazer mesmo em edificações aparentemente fortes. Neste caso, a proximidade com o rio e frequentes alagamentos contribuíram por seu declínio e abandono. Estranhamos a facilidade de acesso às ruínas, não havia nenhuma placa orientando sobre o mesmo e nem guardas no local. Vimos, ao longe, algumas pessoas sem camisa circulando entre as ruínas. Ficamos um pouco apreensivos com relação à segurança, então nos limitamos a tirar algumas fotos externas e da placa que estava do lado de fora. As fotos do interior eu peguei no Google.
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São tantos prédios antigos e bem conservados. Dá vontade de visitar cada um deles. Mas, excursão de um único dia não dá para ver tudo. Vejam algumas edificações que achamos bem interessantes. 
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Nas margens do Rio Mondego, pode-se desfrutar de praças e parques em ambos os lados.
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A Universidade de Coimbra, na Alta Coimbra, sempre marcando presença na paisagem da cidade.
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O rio Mondego é tranquilo e navegável. Dá vontade de fazer uma excursão pelo rio e ver a cidade por ângulos diferentes.
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Ponte Pedonal Pedro e Inês
Na primavera e no verão, o calor e o rio, convidam para a prática de esportes aquáticos.
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Já no final do dia, atravessamos a Ponte de Santa Clara para voltarmos à outra margem do rio.
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A caminhada abriu nosso apetite e, no caminho para o nosso hotel paramos para uma pequena refeição. Por orientação anterior da recepção do nosso hotel, escolhemos a “A Loja dos Pastéis de Chaves”. Fica localizado no Largo das Ameias e tem entrada pela Rua Adelino Veiga. Um lugar simples, acolhedor e simpático. Escolhemos um combinado de pastel salgado + salada de verduras + limonada ou cerveja + sobremesa + café. O pastel é feito de massa folhada, bem crocante e delicioso. Eu optei por limonada, meu marido ficou na cerveja. Para a sobremesa optamos por um delicioso pastel de nata e café para finalizar. Pedimos dois combinados e pagamos 15 € no total.
Loja dos Pastéis de Chaves; viagem Portugal; Conhecendo a Europa; viajando sem guia
Antes de voltar ao hotel, algumas fotos do pôr-do-sol às 20 horas.
viagem Portugal; Conhecendo a Europa; viajando sem guia; Pôr-do-sol em Coimbra
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Da janela do quarto o anoitecer sobre a Alta Coimbra é algo que merece destaque e registro. Fotos feitas às 21:20, hora local, o sol ainda se pondo.
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Agora o importante é colocar os celulares para carregar, tomar um bom banho e relaxar.
No dia seguinte, depois de um boa noite de sono e um delicioso café no Hotel, pegamos o carro e novamente seguimos viagem, sempre em direção à Lisboa que fica a 208 km de distância. A diária do Hotel Vitória + estacionamento ficou em 70 €. O estacionamento fica fora do hotel, mas é bem próximo.
Antes de chegar em Lisboa, teremos mais duas paradas para pernoitar no caminho. A primeira em Nazaré, cidade litorânea de Portugal e outra em Sintra, cidade satélite de Lisboa. Aguardem as próximas postagens.
Compras
Para quem gosta de fazer compras, além das ruas da Baixa de Coimbra com vários calçadões de lojas comerciais, existem três centros comerciais tipo shopping na cidade: o Dolce Vita, o Fórum Coimbra ou o CoimbraShopping.

😞 Alguns lugares, em Coimbra, que queria ver e não vi:
- Mosteiro de Santa Clara-a-Nova
- Quinta das Lágrimas e Fonte dos Amores
- Mercado Municipal D. Pedro V
- Igreja de Santa Cruz
- Jardim da Manga ou Claustro da Manga
- Parque Manuel Braga (vi apenas ao longe, não andamos por ele)
- Observatório Geofísico e astronômico
- Parque e miradouro Penedo da Saudade
- Biblioteca Joanina (fomos à Universidade, mas não entramos na biblioteca)
- Shopping (entrar em um shopping significa várias horas do dia perdidas. Vá somente se a sua programação permitir. Em se tratando de shopping, não existe rapidinho.).

Bjs e até a próxima viagem!!!
Para quem se animar:  

                        BOA VIAGEM!!!!!


Obrigada pela visita!!!

Se vocês tiverem gostado desta viagem, não deixem de ver











TOLEDO, Espanha







PORTO, Portugal